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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

CAMINHO DA RESTAURAÇÃO, PRIMEIRO PASSO - O PASSO DA REALIDADE


Em outubro de 2011 conheci o Pastor Armando Bispo, pastor da Igreja Batista Central de Fortaleza, com quem mative uma amizade e juntos caminhamos em discipulado e restauração, assim como também essa linda comunidade na qual alegro-me em ser membro. Tempos depois ele me presenteou com uma série de mensagens ministradas em 2007 chamada Caminho da Restauração. Após assistir e ser abençoado de uma forma que não consigo descrever, realizei algumas anotações. Então pensei: ‘Por que não passar a diante?’ Daí comecei a enviar as anotações por e-mail para muitos dos meus contatos. Já com o blog em atividade acredito ser possível alcançar muitas outras pessoas. A série está dividida em oito partes, oito mensagens que vão aprofundar os Passos no Caminho da Restauração. Lanço agora no meu blog o primeiro passo da série, e oro para que você possa parar por alguns minutos, ler e meditar. Comente, viva... vamos aprofundar o assunto.

(Obs: Fique a vontade para copiar e utilizar os textos da forma que preferir, peço apenas que não modifique seu conteúdo e que destaque a fonte e seus autores.)



       
            Assim como restauramos coisas (obras, casas, móveis, nossos dentes, etc..), também precisamos de restauração na nossa vida. A premissa maior é: Todos precisam de restauração. Ninguém é perfeito. Precisamos voltar ao Roteiro Original da nossa vida.


Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6.


O Caminho não é uma igreja, o sacerdote ou pastor, O Caminho é Jesus. Todos estão em processo de restauração... todos. E nesse processo seguimos para uma luta a menos, um trago a menos, uma ira a menos, uma infidelidade a menos, uma mentira a menos, etc...


Eu vi os seus caminhos, mas vou curá-lo; eu o guiarei e tornarei a dar-lhe consolo,criando louvor nos lábios dos pranteadores de Israel. Paz, paz, aos de longe e aos de perto", diz o Senhor. "Quanto a ele, eu o curarei. " Is 57:18-19.


        Uma pergunta importante precisa ser feita: O que precisa ser restaurado em mim? Compulsão pelo trabalho? Compulsão pela comida? Vício sexual? Codependência? Tristeza? Álcool? Drogas? Marcas do divórcio? Ódio? Ira? Medo? Ansiedade? Insegurança? Hipocondria? Mágoas? Mentiras? Jogos? Abusos sofridos? Complexos? Culpa? etc... O que????  O mundo parecerá bem melhor quando nos encontramos dentro da resposta a essa pergunta.

         Através de Is. 57:18-19 vemos Deus se comprometendo em pelo menos 5 árias da nossa vida: Se você se sente ferido Ele diz, ‘- eu vou curar você’; Se você se sente confuso Ele diz, ‘- vou guiar você’; Se você se sente incapaz de mudar alguma coisa Ele diz, ‘- vou te ajudar a mudar isso’; Ninguém consegue compreender seu problema? Deus diz, ‘- eu sei e vou lhe dar conforto’; ansioso, preocupado, com medo? Ele diz, ‘- vou te dar minha paz’.

         A vida não é fácil. A Bíblia afirma que todos pecaram. Não tem bom. Todos temos fracassado num área ou outra da nossa vida. E isso é inquestionável.

         O que precisa ser restaurado em mim? Todos nós enfrentamos problemas. Os Passos que serão mostrados servem para todas as áreas da vida humana.



  Reconhecer que não sou Deus.


Precisamos fazer uma declaração sincera e honesta: 


‘- Admito que sou incapaz de controlar a minha tendência de fazer o que é errado e que minha vida nesta área ou nestas áreas está (estão) fora de controle. Não consigo dominar’.


Qual a causa do problema?

         A Bíblia fala dessa natureza pecaminosa. A tendência humana de errar o alvo. E isso é um problema.  Em Provérbios 14:12 vemos a seguinte declaração

Há um caminhos que ao homem parecem direitos, mas o fim deles são caminhos de morte. 

Preste bastante atenção nesse desabafo do Apóstolo Paulo: 

“Sabemos que a lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado. Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio. E, se faço o que não desejo, admito que a lei é boa. Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.Assim, encontro esta lei que atua em mim: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim.Pois, no íntimo do meu ser tenho prazer na lei de Deus; mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros.Miserável homem eu que sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor! De modo que, com a mente, eu próprio sou escravo da lei de Deus; mas, com a carne, da lei do pecado.”  Romanos 7:14-25

Por que isso acontece? O que devemos saber?

A principal causa é: NÓS QUEREMOS SER DEUS. Gostamos de decidir o que é certo e o que é errado em nossa vida e na vida do outro. Queremos controlar tudo. É o que chamamos de brincar de Deus. 

Como brincamos de ser Deus?

1. Negamos quem somos, e como estamos e tentamos controlar principalmente pessoas por razões egoístas.

2. Tentamos controlar nossa imagem, o que as pessoas pensam de nós. Usamos máscaras.  Negamos nossas fraquezas e sentimentos. O que chamamos de Alto-negação. Pesamos que se mostrarmos quem realmente somos as pessoas não vão gostar do que vão ver. 

3. Tentamos controlar as outras pessoas. Pais tentam controlar os filhos, filhos tentam controlar os pais. Esposo/esposa, etc...Usamos ferramentas de manipulação: A culpa para controlar pessoas, o elogio para controlar, o silêncio, ira para impor medo, etc... CONTROLE. Isso é brincar de Deus.

4. Tentamos controlar nossos problemas. Usamos frases como: - Lido com isso sozinho’; ‘- Não preciso de ajuda’. Agimos como se não dependêssemos de ninguém. Dizemos também:’ - Posso parar de fazer isso a qualquer momento’.

5. Tentamos controlar nossa dor. Tentamos compensar a dor com comida, bebida, diversão, amizades, etc... Geralmente um legalista tem uma profunda dor que precisa ser tratada, e agindo dessa forma ele esta tentando compensar. A dor geralmente costumar chegar quando estamos sós. Então, não queremos ficar sozinhos. Tentamos sempre fazer alguma coisa para não encarar a dor.
        
O Primeiro Passo da Restauração é você reconhecer que não é Deus.  Não tente controlar. Você não vai melhorar por si só. Encare essa realidade. Admita que tem um problema. A cura começa quando você admite que tem um problema, que não pode, que não consegue controlar.

Quais a consequências de brincar de Deus?

1. Medo. Medo que alguém descubra quem realmente somos.
2. Frustração. Não conseguimos desligar o problema.
Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Sl 32:3
3. Fadiga. É muito cansativo brincar de Deus.
Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Sl 32:4-5
4. Fracasso. Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia. Pv 28:13

          A negação é quando teimamos em dizer que nosso problema não é tão terrível assim. Quão terrível o problema precisa chegar para entendermos que não somos Deus e que precisamos de ajuda?
         Somos incapazes. Precisamos de outras pessoas, precisamos de Deus.

Admitir que não sou Deus é admitir que reconheço três fatos importantes da vida:

1. Sou incapaz de mudar meu passado. Ele machuca quando nos lembramos dele, etc...  Mais toda a amargura do mundo não vai mudar o nosso passado.

2. Eu admito que sou incapaz de controlar pessoas.

3. Admito que sou incapaz de lidar com meus hábitos, comportamentos e ações danosas. Boas intenções não são suficientes, força de vontade não é suficiente. Precisamos de Deus. Ele nos fez para precisarmos dele. Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: "Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes". Tg. 4:6

 Duas perguntas para concluir:

O que precisa ser mudado em sua vida?

Que mágoa, vício ou mau hábito você tem tentado ignorar?
              

Pr. Armando Bispo
Criação e adaptação: Lucas Ferreira
    

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